Guias
O que a investigação mostra, o que não mostra, e como ler um rótulo.
O essencial
O que é, o que não é, e o vocabulário mínimo.
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As três definições de espectro, e como se confirmam
O rótulo diz uma coisa e o boletim mostra outra em metade dos casos. Como se distingue um isolado de um extracto pela tabela de canabinóides.
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CBD, canabidiol, canábis e cânhamo: as diferenças
A molécula, a forma ácida que a planta produz mesmo, o factor 0,877 e o que a lei portuguesa diz. Quatro palavras que não são sinónimos.
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O que é o CBD: origem, diferença face ao THC e como escolher
O canabidiol explicado com clareza: o que é a molécula, de onde vem, porque não altera a consciência, e o que significam espectro completo, largo e isolado.
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Seis das dez respostas em português são escritas no Brasil
O Brasil regula os produtos de canabidiol de outra maneira. Um texto correcto lá pode descrever uma realidade que em Portugal não existe.
As perguntas mais feitas
O que se pergunta sempre, respondido com o que se sabe.
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A evidência sobre ansiedade, revisão a revisão
É a área com mais estudos e com a maior distância entre o que a investigação usa e o que se vende. As quantidades, os desenhos, e o que fica por concluir.
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Álcool: um estudo de 1979 e um vazio desde então
Quase tudo o que circula sobre esta combinação remete para um único trabalho com dez participantes, publicado há mais de quatro décadas.
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Duas revisões de 2023, e o que concluíram
Uma delas tem no título as palavras «ineficaz, caro e com potenciais danos». É a conclusão mais desconfortável desta matéria, e está publicada.
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O que se nota, e o que preocupa os reguladores
São duas listas diferentes e quase não se tocam. A primeira é desconforto; a segunda é fígado, medicação e populações sem dados. Com as fontes.
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O registo europeu de alegações tem zero entradas
Não é uma opinião nem uma cautela editorial: é uma base de dados pública que se consulta em trinta segundos. O que está lá, o que não está, e porquê.
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O teste procura THC, e é aí que está o risco
Nenhum rastreio de rotina procura canabidiol. O que procura é um metabolito do THC — e um produto de espectro completo tem THC por definição.
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Quanto tempo fica, e porque varia tanto
A revisão sistemática da farmacocinética descreve variabilidade enorme entre pessoas e vias. As faixas que circulam não têm base para casos individuais.
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Três números incompatíveis: 2 mg, 25 mg e 300 mg
O regulador alimentar europeu, a prateleira e a investigação apontam para quantidades que não batem certo. A aritmética é tua; a decisão é de um médico.
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Trinta e quatro estudos, dois sobre insónia
A revisão sistemática mais rigorosa sobre esta pergunta reuniu 34 estudos. Dois eram sobre quem tinha insónia — e um desses dois era um caso único.
Escolher e comprar
Comparar preços a sério e saber o que perguntar.
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As cinco perguntas a fazer antes da primeira compra
Lote, boletim, origem, óleo portador e devolução. As cinco perguntas que separam uma loja que sabe do que vende de uma que não sabe.
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Dois produtos com a mesma percentagem são diferentes
Dois óleos a 10% podem ter composições muito distintas. Quatro variáveis explicam quase toda a diferença — e nenhuma está no rótulo.
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O preço por miligrama, e como se faz a conta
A única comparação entre produtos que é aritmética e não opinião. A fórmula, exemplos do mercado português, e onde a conta engana.
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O que a lei portuguesa te dá numa compra online
Catorze dias de livre resolução, garantia de conformidade e as excepções que se aplicam. Os prazos, os passos, e onde a devolução não procede.
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Para onde vai o dinheiro de um grama, e o que o preço mede
Análise, extracção, embalagem, margem e IVA. A estrutura de custos de um produto de CBD, e onde é que o preço deixa de dizer alguma coisa.
Verificar e conservar
O boletim, o lote, e o que estraga um produto em casa.
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«Não detectado» não é zero, e a diferença importa
LOD, LOQ e incerteza de medição: o que um boletim quer mesmo dizer quando escreve zero, e porque é que declarar o limite é sinal de rigor.
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58% ou 62%: a água que a flor quer no frasco
Dois pontos percentuais separam material estável de material em risco. O que cada valor faz, como se mede, e porque é que o intervalo é tão estreito.
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Cinco erros de conservação que estragam o que pagaste
Luz, calor, oxigénio e humidade degradam canabinóides e terpenos. Os erros mais caros, por ordem de dano, e o que fazer em vez disso.
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Como se distingue mofo de tricomas, sem margem
Os dois são esbranquiçados e os dois estão à superfície. As diferenças de forma, cheiro e comportamento que os separam — e a regra de decisão.
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Guardar flor sem perder o que se pagou
Luz, ar, calor e humidade degradam o que compraste. O recipiente, o sítio e os gestos que preservam aroma e composição durante meses.
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Ler um boletim de análise de CBD, linha a linha
O certificado é do lote ou da marca? O que é o limite de quantificação? Um guia para ler um COA sem acreditar em ninguém.
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O factor 0,877, e porque é que a soma directa está errada
A planta não produz CBD — produz CBDA. A conta que converte um no outro decide o que está no rótulo e o que a lei considera legal.
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O número de lote é o que liga o boletim ao teu frasco
Sem o lote impresso na embalagem, um certificado de análise não prova nada sobre o produto que compraste. Onde procurá-lo e o que fazer se faltar.
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O painel de solventes é o que mais falta nos boletins
Butano, etanol, hexano. O que fica num extracto depois da extracção, quais são os limites, e porque é que este painel é o mais fácil de omitir.
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O que se vê numa flor, e o que só o boletim diz
Vista, tacto, aroma, som e o teste do caule. O que se consegue verificar sem equipamento — e o que só um boletim resolve.
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Os cinco campos que um rótulo de óleo tem de ter
Concentração em mg, volume, portador, lote e responsável. O que falta quando falta, e o que a lei exige conforme a categoria.
Os formatos
Óleo, cápsula, vape, creme, chá, flor e resina.
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A autorização da DGAV cobre fibra e semente, não a flor
Dez lojas em dez vendem flor. E a autorização de cultura portuguesa cobre fibra e semente — a inflorescência simplesmente não está lá.
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Cerâmica ou algodão: o que muda no cartucho
O material que absorve o líquido decide sabor, durabilidade e o que acontece a temperatura alta. As diferenças reais, e o que verificar antes de comprar.
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MCT, azeite ou cânhamo: o portador não é neutro
O canabidiol tem de estar dissolvido em gordura, e a gordura escolhida muda sabor, validade e estabilidade. O que cada uma faz.
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O óleo sublingual é a categoria sem via legal em Portugal
A cosmética com CBD tem caminho legal. O óleo de gotas não tem autorização Novel Food — e metade das páginas em português descreve regras brasileiras.
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Porque é que a água sozinha não chega
Os canabinóides são lipofílicos: dissolvem-se em gordura e praticamente nada em água. O que isso obriga a fazer, e onde as receitas caseiras falham.
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Temperaturas de vaporização, terpeno a terpeno
Cada composto liberta-se a partir de uma temperatura. A escala completa, o que se ganha em cada patamar, e porque é que o número no ecrã não é o da câmara.
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Um óleo nunca deve ir a um vaporizador, e porquê
E-líquido e óleo sublingual são formulações incompatíveis. A diferença de base, o risco documentado, e como distinguir os dois no rótulo.
Animais
O que muda quando o destinatário não é uma pessoa.
Enquadramento legal
O perímetro, e o vocabulário que ele produziu.
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«Objeto de decoração»: o que dizem os rótulos em Portugal
As flores vendem-se cá com uma frase que diz que não são para consumo. Analisámos um rótulo real, linha a linha, e o que a ASAE fez apesar dele.
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A molécula que veio depois do HHC, pelo mesmo caminho
O THCP foi identificado em 2019 e chegou às lojas antes de ser compreendido. O que o famoso «33 vezes» mede realmente, e onde está proibido.
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As que se podem semear legalmente na União
O catálogo comum é a lista que decide o que é cânhamo legal na Europa. Como se entra, o que se exige, e porque é que quase nenhum nome comercial lá está.
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Cosmética com cânhamo: o que o INFARMED já mandou retirar
Semente sim, extracto não. A regra europeia, os produtos concretos retirados do mercado português, e como se lê um INCI.
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Em Portugal o HHC está na Tabela II-A desde Maio de 2026
A Lei n.º 19-F/2026 levou o HHC à lista de substâncias controladas. O que mudou, o que fica legal, e porque a Europa inteira já tinha fechado a porta.
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HHC, H4CBD e THCP: o que são e de onde vêm
Feitos em reactor a partir de CBD, não colhidos da planta. O que cada um é, e o estatuto legal de cada um em Portugal.
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O que a DGAV autoriza cultivar, e o que fica de fora
Fibra e semente estão na autorização portuguesa. A inflorescência não. O que isso significa para toda a cadeia, do campo à loja.
Química e botânica
As moléculas e as estruturas que as guardam.
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A parte de que ninguém fala
Nem canabinóides nem terpenos: a terceira família de compostos da planta. O que são, onde estão, e porque é que praticamente nenhum boletim os mede.
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CBD, CBG, CBN e CBDA: a família toda explicada
Como a planta constrói todos os canabinóides a partir de um só precursor — e o que isso explica sobre preços, rótulos e a palavra raw.
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Como se perdem, e a que temperatura
A fracção volátil evapora, oxida e isomeriza. Os três caminhos, as temperaturas que os aceleram, e o que sobra do aroma no fim de cada um.
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O CBG é a molécula de onde saem todas as outras
O ácido canabigerólico é o precursor do CBD, do THC e do CBC. É por isso que aparece em quantidades pequenas — foi quase todo consumido.
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O CBN num boletim conta-te a idade da matéria-prima
O canabinol forma-se por oxidação do THC. Uma proporção alta indica material velho ou mal guardado — e é a linha que ninguém lê.
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O que está demonstrado sobre o efeito comitiva
A ideia de que os compostos da planta actuam em conjunto é plausível e mal estabelecida. O que a literatura mostra, e o que o marketing acrescentou.
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Os seis terpenos que aparecem em quase todos os boletins
Mirceno, limoneno, pineno, linalol, cariofileno e humuleno. O que são, onde mais existem, e a que temperatura se perdem.
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Os tricomas têm três formas e só uma interessa
Bulboso, capitado-séssil e capitado-pedunculado. Onde está a resina, o que se vê a 30× e a 60×, e como não confundir com bolor.
Ofício e extracção
Separar o que interessa do resto da planta.
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31,1 °C e 73,8 bar: o que é o ponto supercrítico
O CO₂ supercrítico comporta-se como líquido e como gás ao mesmo tempo. Os dois números que definem o método, e o que muda no extracto.
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A genética marroquina que os híbridos substituíram
A variedade local do Rif, o que a distingue do que se produz hoje, e porque é que o nome aparece em etiquetas europeias.
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A prensa de rosin: o que a temperatura e a pressão fazem
Sem solvente nenhum, só calor e força. As janelas de temperatura, o que muda entre 70 °C e 100 °C, e porque é que o rendimento é o preço.
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A resina de maturação a frio que mudou o haxixe
Haxixe de água gelada levado a ponto sem calor. De onde vem a textura cremosa, o que o certificado tem de mostrar e o que o nome não garante.
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A resina que se recolhe da planta ainda viva
O único método em que a colheita se faz com a planta de pé, esfregando as flores com as mãos. Como funciona, e o que distingue o resultado.
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Ar ou água: dois caminhos para separar a resina
Peneiração a seco e separação com gelo produzem materiais diferentes a partir da mesma planta. O que cada método faz, e o que se lê no resultado.
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As estrelas do hash medem peneiração, não potência
De uma a seis estrelas é uma escala informal de pureza da separação. O que cada nível descreve, e porque é que não é normalizada.
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As malhas do bubble hash, dos 25 aos 220 mícrones
Cada peneira separa um tamanho de tricoma. A tabela completa, o que fica em cada saco, e porque é que o 73 µm costuma ser o mais caro.
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Calor ou só pressão: o que a prensa muda no hash
A mesma resina prensada a quente ou a frio dá dois materiais diferentes. O que o calor faz às glândulas, e como se lê o resultado.
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Como é que um concentrado fica abaixo do limite
Concentrar a resina concentra tudo, incluindo o THC. Que genéticas, que contas e que compromissos permitem um extracto conforme — e onde falham.
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Congelar em vez de secar: o que se ganha e o que se perde
A planta congelada horas após o corte nunca perde a fracção volátil que a secagem leva. O que isso muda no produto, e o que custa em logística.
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Duas palavras que só diferem numa letra, e num solvente
Live resin e live rosin partem ambas de planta congelada em fresco. Uma usa solvente, a outra usa pressão — e o boletim mostra a diferença.
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Duas tradições de resina, dois resultados diferentes
O que os dois nomes descrevem em termos de método, cor e textura — e porque é que nenhum deles é verificável num rótulo europeu.
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Entre 90% e 99% está a diferença que se paga
Um destilado guarda o que um isolado deita fora. O que fica nos dez por cento restantes, e porque é que isso muda o preço e o produto.
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Flor, extracto e kief em camadas: como se montam
Três materiais sobrepostos num só produto. Como se faz, o que a construção esconde, e porque é que o boletim de cada camada é o que interessa.
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Ler a textura de uma resina, e o que ela denuncia
Seca, oleosa, quebradiça ou cremosa. O que cada consistência diz sobre método, prensagem, idade e conservação — e o que não diz.
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Loiro, castanho, preto: o que a cor diz e não diz
A cor de uma resina é a soma de quatro coisas — maturação, tecido vegetal, método e oxidação. Como se lê cada uma, e onde a leitura falha.
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O nome de um saco que virou nome de um método
Como o equipamento de separação com gelo funciona por dentro: agitação, temperatura, tempo e a secagem que decide se o lote sobrevive.
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O passo a frio que tira as ceras de um extracto
Porque é que um extracto turvo passa por mais uma volta ao congelador, o que precipita, e o que se perde junto com as ceras.
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O pó que fica no fundo do moinho
É o subproduto mais comum e o menos compreendido. O que contém, porque é que não é dry sift, e o que se consegue fazer com ele.
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O pólen de CBD não é pólen nenhum
O nome está errado e explica-se em dois minutos: são cabeças de tricoma peneiradas e prensadas. O que a palavra esconde, e como se avalia.
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Porque é que o etanol se usa a menos vinte graus
A temperatura decide o que o etanol dissolve. Como funciona a extracção a frio, o que evita, e o que continua a ser preciso remover depois.
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Porque é que o material muda de aspecto dentro do frasco
Um extracto que estava líquido e granulou não se estragou. O que a nucleação, a temperatura e o tempo fazem a uma resina, e quando é defeito.
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Quanto sai de um quilo de flor, método a método
As ordens de grandeza reais de cada método de separação e extracção, porque é que variam tanto, e como o rendimento se lê no preço final.
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Wax, crumble, shatter e badder: a textura conta a história
A mesma matéria com purgas diferentes dá quatro consistências. O que cada textura revela sobre temperatura, agitação e tempo sob vácuo.
Da colheita ao frasco
Secagem, maturação e o que acontece pelo caminho.
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A cor do tricoma diz a altura da colheita
Transparente, leitoso, âmbar: a sequência que decide a data. Como se observa, o que cada estado significa, e porque é que a folha engana.
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À mão ou à máquina: nota-se mesmo na flor?
A máquina é dezenas de vezes mais rápida e deixa marca. O que cada método faz à superfície da flor, e como se reconhece o resultado de cada um.
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A regra dos 60/60, e o que a pressa destrói na secagem
60% de humidade, 60 °F. Porque é que a secagem lenta preserva o aroma, o que a pressa destrói, e como se reconhece uma no produto acabado.
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As aparas: o que se faz com o que sobra da manicura
O material foliar removido da flor tem tricomas, tem valor e tem destino industrial. O que é, quanto rende, e onde a confusão comercial começa.
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Máquina ou mão: o que muda ao cortar a planta
A ceifeira serve fibra e semente; a inflorescência exige mão. Porque é que os dois destinos pedem máquinas diferentes, e o que o corte decide.
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O que acontece à flor nas semanas dentro do frasco
Depois de seca, a flor passa semanas fechada antes de estar pronta. O que muda nesse período, porque é que se abre o frasco, e o que corre mal.
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O que muda entre uma flor pequena e uma grande
As pequenas custam menos e vêm da mesma planta. O que difere realmente — densidade de tricomas, posição no caule, manuseamento — e quando compensa.
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O que um grama compacto diz, e o que não diz
Duas flores com o mesmo peso e volumes diferentes. O que a densidade revela sobre genética, cultivo e secagem — e onde ela engana.
Cultivo
Onde e como cresce, e porque é que isso muda o produto.
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12/12: como a luz decide quando a planta floresce
Não é a luz que conta: é a duração ininterrupta do escuro. O mecanismo, a excepção das variedades automáticas, e o que uma fuga de luz estraga.
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Agricultura em vez de hidroponia: o que muda
Alimentar a comunidade microbiana em vez de alimentar a planta. O que a abordagem exige, o que promete, e o que não está demonstrado.
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Como se obtêm sementes sem plantas macho
Uma planta feminina stressada produz pólen. É esse o truque, e explica tudo — porque é que quase toda a descendência é feminina e onde a técnica falha.
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Estaca ou semente: o que muda na uniformidade
Uma cópia genética repete-se; uma semente é sempre um indivíduo novo. O que cada via garante, o que arrisca, e porque é que o mercado escolheu uma.
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Existe terroir no cânhamo?
O conceito vem do vinho e exige quatro peças. Quais delas existem nesta cultura, quais não existem, e o que seria preciso para a pergunta ter resposta.
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Hidroponia e solo: a diferença chega ao aroma?
Um método dá nutrição directa e controlada, o outro passa por uma comunidade microbiana. O que muda no produto — e o que é apenas convicção.
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Interior, estufa e exterior dão três produtos diferentes
Não é uma escala de qualidade. Cada método controla variáveis diferentes, custa de forma diferente, e deixa marcas próprias no produto.
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Porque é que duas sementes iguais dão plantas diferentes
Genótipo é o que está escrito; fenótipo é o que se manifesta. Porque é que irmãs da mesma cápsula divergem, e como os produtores usam isso.
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Porque é que se corta o que está a crescer bem
Podar, dobrar e nivelar parece contraintuitivo e é a técnica que mais muda o rendimento. O que a luz faz, e porque é que a planta natural desperdiça.
Variedades
As genéticas, as origens e os nomes que lhes deram.
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A família californiana que ficou em todo o lado
Nomes de sobremesa, perfis doces e uma vaga que atravessou o Atlântico. O que a família é tecnicamente, e o que o vocabulário de pastelaria esconde.
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A família que demora a florir e ninguém abandona
Ciclos longos, estrutura desengonçada, rendimento difícil — e continua a ser a linhagem mais influente do catálogo. Porquê, e o que a define.
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A linhagem por trás de um nome infeliz
O nome sugere um efeito que ninguém autorizou afirmar. O que a linhagem é de facto, de onde veio, e porque é que nomes assim são um problema.
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A linhagem que reescreveu o mercado americano
Foi a primeira vez que uma genética se tornou marca com loja própria. O que mudou no sector, e porque é que o modelo não se transporta para a Europa.
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A variedade dos anos noventa que definiu o resto
Apareceu em 1994, ganhou tudo, e tornou-se material parental de metade do catálogo. O que a distinguiu, e o que sobrou do nome trinta anos depois.
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As variedades cítricas e a molécula por trás
A nota de laranja e de limão vem de um terpeno concreto, que é o mesmo da casca dos citrinos. Como se identifica no boletim, e o que a torna frágil.
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Como se obtém CBD alto e THC baixo
Uma enzima decide qual dos dois a planta produz. O gene que a codifica, como o melhoramento o fixou, e porque é que o zero é impossível.
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De onde vêm os nomes das variedades
Geografia, aroma, homenagem, sobremesa e efeito. As cinco famílias de nomes, o que cada uma comunica, e porque é que nenhuma é verificável.
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O nome vem de uma cordilheira
Hindu Kush é uma cadeia de montanhas entre o Afeganistão e o Paquistão. O que a palavra designava, o que designa hoje, e o que sobrou pelo caminho.
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Porque é que algumas flores ficam roxas
São antocianinas, os mesmos pigmentos do mirtilo e do repolho roxo. O que os faz aparecer, o que a cor diz sobre a planta, e o que não diz.
Cultura e história
As pessoas, os sítios e os episódios.
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Como se chegou à tolerância, e o que mudou
Não é legalização: é uma política de não-perseguição com critérios escritos. Como funciona, a contradição da porta das traseiras, e o que mudou desde 2010.
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Como uma região se tornou sinónimo de resina
Montanha, agricultura de subsistência e um século de história política. Porque é que o Rif produz o que produz, e o que a modernização mudou.
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Cordas e velas: o que Portugal fez com a fibra
Antes de ser tudo o resto, foi matéria-prima naval. As cordoarias, a fibra que armava as naus, e o que restou dessa indústria no país.
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O activista que acabou nome de variedade
Escreveu um livro em 1985 que fixou o argumento industrial durante décadas. Quem foi, o que defendeu, e o que do livro se aguentou.
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O papel: separar o facto do mito
Circulam números que não se sustentam e factos que se sustentam. O que a fibra faz de facto no fabrico de papel, e o que é folclore de activismo.
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Paris, 1844: o clube do Hotel Pimodan
Escritores, um médico e uma sala na Île Saint-Louis. O que o Club des Hachichins foi de facto, quem lá esteve, e o que ficou por escrito.
Na prática
O que fazer com aquilo depois de comprado.
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Dois dentes ou quatro câmaras: o que muda
O material, o desenho dos dentes e o crivo decidem a granulometria e quanta resina se perde. O que cada peça faz, e o que verificar antes de comprar.
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O que os estudos mostram e o que é percepção
Tolerância é um conceito farmacológico com definição precisa. O que a literatura cobre, o que não cobre, e porque é que a maior parte não é sobre CBD.
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Treinar o olfacto: os descritores que se usam
Uma roda de aromas, um método de prova e um caderno. Como se passa de «cheira bem» para descritores que outra pessoa consegue reconhecer.